Turismo religioso em BH: conheça a arte sacra da Igreja São José

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O Estado de Minas Gerais está em quarto lugar em extensão territorial do país e, por isso, oferece diversas possibilidades tanto de lazer quanto de turismo. São diversas cidades, belíssimos lugares, paisagens e atividades outdoor.

É preciso um tempo de estadia para conhecer as maravilhas dessa terra tão peculiar, de povo hospitaleiro e hábitos conservadores. Os mineiros fazem questão de manter as tradições e se orgulham de fortalecer os sentimentos de religiosidade, fé e família.

Neste post vamos apresentar a você o turismo religioso em BH — capital mineira — com quase um milhão e meio de habitantes e igrejas deslumbrantes. Você vai conhecer detalhes da arte sacra da Igreja de São José e os principais pontos de sua arquitetura.

A história da Igreja de São José e sua arte sacra               

A grandiosidade da arte sacra está destacada na arquitetura das igrejas, salientando a importância da religiosidade e do sagrado — assim como a história do catolicismo — muitas vezes traduzida pelas pinturas contidas em peças sequenciais da ornamentação interna.

Construída em 1902 pela Congregação do Santíssimo Redentor, a Igreja de São José, localizada no centro de Belo Horizonte, é um monumento notável e bastante visitado por quem tem a fé e a religiosidade como essência de vida, fortalecendo o turismo religioso de Minas Gerais.

Naquela época, o trabalho pastoral era conduzido pelos missionários holandeses que compunham também a congregação dos redentoristas, com atividades missionárias em todo o Brasil. O lema da Congregação — Copiosa Apud Eum Redemptio — quer dizer, “Com Ele, há Copiosa Redenção”.

A arquitetura e sua influência

A arquitetura da igreja (com construção suntuosa de 60 metros de comprimento e 19 de largura) é influenciada pelo estilo neomanuelino de arte revivalista surgida em Portugal durante o reinado de D. Manuel, em um período compreendido entre os séculos XIX e XX.

No interior há colunas em estilo coríntio, um presbitério representando a Santíssima Trindade em seu eixo principal e, ao redor, as figuras de reis, rainhas, bispos, cortes de anjos, homens e mulheres.

A vida de São José é retratada em oito quadros próximos ao forro da nave central, narrando o compromisso estabelecido com Maria, o nascimento de Jesus, a apresentação no templo, a fuga para o Egito, o encontro com Jesus Cristo e sua profissão de carpinteiro, até o momento de sua morte.

Os altares laterais à direita trazem a vida de Santo Afonso, a Redenção a Adão e Eva, além da aparição de Nossa Senhora de Lourdes a Bernadete. Do lado oposto, a história do quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, o Calvário e a aparição do Sagrado Coração à Santa Margarida Maria são as histórias narradas.

Os doze apóstolos surgem ao lado das janelas inferiores e, nas paredes, os quatro evangelistas. No alto dos arcos estão seis doutores da Igreja, além do padroeiro São José.

Na época em que a Igreja foi construída, era costume que homens e mulheres se posicionassem em lados opostos para as celebrações. Por isso, no corpo da Igreja, bem no alto, estão 14 santos e 14 santas em lados diferentes representando a tradição.

Diariamente, mais de 1000 pessoas, entre moradores da capital, de cidades vizinhas e viajantes — a trabalho ou passeio — visitam a matriz para fazer suas orações ou apenas contemplar a arte sacra. Nos finais de semana esse público aumenta, podendo chegar a 5000 religiosos.

Se você está de passagem pela capital mineira saiba que é uma ótima oportunidade para visitar as igrejas e entrar em profunda conexão com o sagrado. Afinal de contas, a fé do povo mineiro é conhecida em todo o país, fazendo do turismo religioso em BH um bom roteiro durante a sua estadia na cidade.

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